Matemática não é bicho-papão
"O medo perturba os sentidos e faz com que as coisas não pareçam o que são." (atrib. a Miguel de Cervantes em 'Dom Quixote de la Mancha')Existem coisas que parecem ser complicadas, mas não são. Tudo não passa de impressões equivocadas.
Veja a operação matemática a seguir:
Há quem diga que não sabe como resolvê-la. Mas sabe!
Se ela te assusta, não te assustes não; é simples.
Provavelmente muitos sabem a resposta, embora pensem que não. Para sair deste impasse use a barra de rolagem para ver a resposta.
E então: sabia a resposta, ou não? Acho pouco provável que a maioria não saiba resolver esta operação.
Muitos são os motivos que levam as pessoas a declarar que não gostam de matemática e que ela é uma ciência para uns poucos compreenderem. Um destes motivos é o medo, já estabelecido como senso comum, originado de ideias preconcebidas com frágil, ou nenhum, embasamento. Ideias que podem ser desfeitas com reflexões mais cuidadosas sobre esta situação e sobre coisas correlatas.
O caso acima é só uma adição semelhante a:
Como a parte irracional é de leitura trabalhosa (raiz de índice 45 na qual o produto de a à 21ª potência e b à 17ª potência é dividido por c à 19ª potência), para simplificar, pode-se utilizar o artifício de chamar a parte irracional de "alguma coisa". Então:
Portanto, é suficiente conhecer as noções de adição e saber que nelas, adições típicas as dos exemplos (banana com banana, maçã com maçã, raiz...) não têm complicação; é simples assim!
"Conhecimento é antídoto contra o medo." (atrib. a Ralph Waldo Emerson)
Pense nisso!
Veja o que já foi publicado em Fatos e Ângulos sobre:
Matemática
Aprendizagem
Viver é realizar constantes investimentos para alcançar a qualidade de vida almejada. Os investimentos de ordem humana são essenciais, mas têm sido esquecidos por grande parte dos "investidores". Investir em si mesmo para desenvolver as próprias aptidões humanas é uma necessidade inadiável quando se quer usufruir de satisfatória qualidade de vida.
Existem atividades que facilitam "enxergar" o que muitos olham, mas nem todos "enxergam". Uma delas é a leitura de textos como este de Stanislaw Ponte Preta (pseudônimo de Sérgio Porto).
É uma atitude muito cômoda e estranha, quando é dito que a ordem deve ser ajustada "naturalmente" pelo "livre mercado", pela relação "oferta e demanda". Isto seria justo se no início houvesse equidade e se os processos sociais fossem humanos e associados a direitos e deveres de cada indivíduo. Esta equidade não houve.


