Smartphones – Bateria
A bateria é um item crucial para os smartphones, ela é fundamental para a mobilidade. Sem uma bateria com autonomia (tempo que permanece carregada) satisfatória, a mobilidade fica comprometida e tais dispositivos seriam, então, melhor chamados de "dispositivos paradores", já que a curtos períodos de tempo teriam de parar para recarregar. Assim estariam mais para dispositivos imóveis do que para dispositivos móveis.As baterias atuais do tipo íon-polímero (Li-Po) – utilizadas nos smartphones da Apple: iPhone 5, iPhone 4S e iPhone 4 - e íon Lítio (Li-Ion) – utilizadas nos smartphones dos demais fabricantes -, não apresentam o chamado "efeito memória", ou seja, elas não correm risco de ficarem "viciadas" como ocorria com as baterias antigas que eram do tipo Níquel-Cádmio (Ni-Cd). Sendo assim, a preocupação que havia com as baterias de Ni-Cd de somente carregá-las quando a carga das mesmas estivesse quase no fim e realizar o carregamento até alcançar 100%, deixa de existir com as baterias de Lítio. Estas podem ser carregadas a qualquer momento e não necessariamente até carga total. As orientações são que, ao menos, uma vez por mês, seja feito o carregamento de um ciclo completo, ou seja, descarregar e depois carregar a 100%.
Bem, sem a preocupação do "efeito memória", a atenção tem de estar voltada para outro ponto: a autonomia. Estar atento ao item bateria do smartphone a ser escolhido é importante para evitar decepções. Existem smartphones que têm baterias condizentes com o hardware e com as funcionalidades deles, ou seja, eles consomem muita energia, mas suas baterias são potentes (é claro que isso eleva o preço deles). O problema é quando o aparelho consome muita energia e a bateria dele tem baixa autonomia (é dor de cabeça na certa). A autonomia de uma bateria é função da carga que ela acumula para que depois seja liberada nos processamentos. Existem baterias com carga de 1.200 mAh, outras de 3.300 mAh, dentre outros valores.
As baterias dos smartphones ou são fixas ou são removíveis. Atualmente, a maioria dos smartphones tem bateria removível. Se a bateria é removível o próprio usuário poderá trocá-la se houver necessidade.
Estar informado sobre a relação entre o smartphone e a bateria dele pode fazer a diferença entre ser usuário de dispositivos móveis ou ser usuário de "dispositivos paradores".
Pense nisso!
Veja o que foi publicado em Fatos e Ângulos sobre:
Smartphones - Menu
Smartphones - Série
Smartphones
Smartphones - Hardware
A obra de Nelson Rodrigues aplicada às questões da vida.
Que valores o movem? Este deveria ser um motivo de atenção para quem quer que seus passos na vida fluam com facilidade e com pouca resistência.
Uma ideia aceita por alguns é que todo erro se apoia numa verdade da qual se tem abusado. Como exemplo, pode ser citado o fato do uso indevido da buzina em automóveis. A importância de seu uso é óbvia: alertar. Porém, muitas vezes a mão do motorista "pesa" sobre ela numa demonstração de irritação sem se preocupar se está incomodando quem não tem nada a ver com os motivos que levaram a mão ficar "pesada". Além de ser uma infração de trânsito, é um caso de abuso, é um caso de ocupar um "espaço" que não é seu por direito; é o "espaçoso". Este é só um exemplo no meio de tantos outros de falta de limite. Pensar sobre isso dá "muito pano prá manga".
Na tentativa de protagonizar uma série de eventos sociais e profissionais corre-se o risco de perder o protagonismo da própria vida. Entregam, algumas vezes inconscientemente, a direção da própria vida a quem lhes possibilitar alcançar as suas metas.
Quem inventa é inventor. O ser humano está há muito tempo no planeta e, por isto, deveria ter deixado de utilizar muitas de suas "invenções" que não deram certo. "Invenções" que provocaram ou que não conseguiram evitar que seres humanos e o meio ambiente fossem degradados.
Agir pelo não agir é um aforismo atribuído a Lao Tse e está no livro Tao Te Ching. Há quem compreenda este ensinamento como indicação para agir em conformidade com as leis da natureza. Isto faz sentido, pois o que é natural flui com facilidade e, assim, espera-se que a vida flua da mesma forma.
A própria vida é o primeiro negócio do qual o ser humano é empreendedor, ou seja, a própria vida é o primeiro e o mais importante empreendimento dele, é a sua primeira e mais importante empresa. E por isto, ele não pode abrir mão de ser o presidente desta empresa, isto ele não deve atribuir a mais ninguém a não ser a ele próprio. Enfim, o ser humano é o ator principal da "peça" que é a própria vida, os demais atores são coadjuvantes desta e, assim como ele, são protagonistas das suas correspondentes "peças".

