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sábado, 20 de agosto de 2011

Visões de um Aprendiz - Relações humanas sustentáveis

Baixada de Jacarepaguá - Gente comum, gente que faz acontecer

"Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso." (atrib. a Platão)

Ulisses Medeiros Júnior é um jovem professor, graduado em Letras (Licenciatura nas línguas inglesa e portuguesa, além de literaturas) e morador da Baixada de Jacarepaguá. Cursou, também, Jornalismo até o 5º período.

É autor do livro Visões de um Aprendiz, no qual discorre, através de textos curtos, sobre valores que contribuem para o desenvolvimento de relações humanas mais harmoniosas.

Realiza trabalhos sócio-culturais relacionados à saúde, meio ambiente e cultura religiosa.

Em fevereiro de 2011, foi convidado pela Secretária Municipal de Educação da Cidade de Viana, Maranhão, proferiu uma palestra sobre Mídia e Educação.

Suas ações estão sempre voltadas para o desenvolvimento de todos.

Para conhecer um pouco mais o trabalho e a visão de mundo de Ulisses Medeiros Júnior, acesse os links que estão apresentados a seguir.

Ulisses Medeiros Júnior é uma pessoa comum, com hábitos comuns e cujas ações visam, não somente o próprio bem, mas o bem comum. Ulisses Medeiros Júnior é gente que faz acontecer em Jacarepaguá.

"Considerando o Efeito Borboleta, pode-se dizer que o que se faz em um lugar, tem influência em ocorrências em outros lugares."

Pense nisso!


Conheça a introdução deste post em: Construindo Ambientes Harmoniosos
(clique aqui)


Veja mais informações sobre Ulisses Medeiros Júnior em:

Prof. Ulisses (Orkut)

Visões de um Aprendiz - Livro (agbook)

Visões de um Aprendiz - Livro (Clube de Autores)


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Baixada de Jacarepaguá - Gente que faz acontecer (clique nesse link para compreender a essência desta série de posts)

Jacarepaguá

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Ulisses Medeiros Júnior


Veja mais informações sobre a Baixada de Jacarepaguá em:

Jacarepaguá - Jpa (site)
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Construindo Ambientes Harmoniosos

Introdução ao post Visões de um Aprendiz – Relações humanas sustentáveis

Baixada de Jacarepaguá - Gente comum, gente que faz acontecer

"Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso." (atrib. a Platão)

Ulisses Medeiros Júnior é um jovem cujos valores que cultiva e desenvolve, são aqueles necessários para o desenvolvimento de ambientes de paz e de harmonia.

EDUCAR-SE

Educar-se nunca é demais. E nunca está sendo tão pouco como ultimamente.
Somente pela educação é que construímos. Para nós e para os outros.

A educação aqui mencionada não é só a que provém da leitura dos livros, dos estudos em geral ou da cultura que nos é fornecida. É também (e mais ainda) da educação que desenvolvemos no nosso cotidiano.

Aquela mesma em que esbarramos quando falamos de pessoas, seus comportamentos ou atitudes.

Esperamos sempre de terceiros, ou seja, dos outros, uma postura diferente. Uma educação que não é dada como exemplo, uma gentileza que quase nunca é demonstrada por nós ou uma cordialidade que por vezes nos falta.

Passemos a observar aquilo que estamos dando e aquilo que gostaríamos de ter dos outros.

Vamos confrontar isso tudo e tentar perceber se estamos sendo justos ou não. Se não estamos cobrando aquilo que sequer oferecemos ou ensinamos.

É fácil dizer que estamos aqui para aprender, quando na realidade só deixamos para os outros a fonte de ensinamentos.

É fácil dizer que tudo é uma troca, quando na verdade só enxergamos esta troca se ela parte de algo que julgamos ser maior.

Enquanto irmanados em propósitos de crescimento e praticantes de nossas crenças e convicções, estamos correspondendo à altura ou estamos apenas passando e deixando passar?

Há de se pensar.

Ulisses Medeiros Júnior
(Parte integrante do livro Visões de um Aprendiz)

Conheça um pouco mais de detalhes sobre as ações desse jovem professor em: Visões de um Aprendiz – Relações humanas sustentáveis (clique aqui).

"Grandes oportunidades para ajudar aos outros raramente aparecem, mas pequenas delas nos cercam todos os dias." (atrib. a Sally Koch)


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Jacarepaguá - Baixada de Jacarepaguá

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Ulisses Medeiros Júnior
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Mestre Chico - A capoeira e os caminhos (certos) a seguir

Baixada de Jacarepaguá - Gente comum, gente que faz acontecer

"Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso." (atrib. a Platão)

Aos 13 anos de idade, Robson Alves Coutinho (Mestre Chico) deu início à prática da capoeira com o Mestre Charuto no bairro de Pilares. Com o tempo, a sua visão de mundo e da prática da capoeira foram modeladas até que passaram a ter, como base, uma visão mais humana e mais solidária. Por onde passa, duas características marcantes de sua personalidade ficam evidentes: a alegria e o bem-querer que tem por todos.

Dolores, esposa companheira, profissional da área de educação (professora) com visão de mundo muito humana e solidária, tem importância fundamental em sua vida. Quem os conhece sabe que essa relação os leva a sublimação de valores e constante crescimento dos dois.

Em 1995, fundou a Capoeira Mugozap Sinhá, nas proximidades da Estrada do Cafundá, na Baixada de Jacarepaguá. O objetivo do seu trabalho com a capoeira, além do ensino deste esporte-arte, é desenvolver valores que beneficiem a uma melhor qualidade de vida para àqueles que a praticam e, consequentemente, para àqueles com os quais os praticantes se relacionam.

Origem do nome Mugozap: Mungo – Ogum, zap – Paz (escrita em sentido contrário).

O seu trabalho já sensibilizou muitos jovens e fez com que muitos deles passassem a seguir caminhos menos tortuosos na vida.

Seu trabalho também se direciona a inclusão social de pessoas com necessidades especiais, utilizando, como ferramenta, a capoeira. Com esse foco, realizou, e realiza inúmeros trabalhos com crianças e jovens em diversas instituições (Dona Meca, GAPEB, alunos com necessidades especiais em escolas municipais, ...).

Para conhecer um pouco mais o trabalho e a visão de mundo do Mestre Chico, acesse os links que estão apresentados a seguir.

Mestre Chico é uma pessoa comum, com hábitos comuns e cujas ações visam, não somente o próprio bem, mas o bem comum. Mestre Chico é gente que faz acontecer em Jacarepaguá.

"Considerando o Efeito Borboleta, pode-se dizer que o que se faz em um lugar, tem influência em ocorrências em outros lugares."

Pense nisso!


Conheça a introdução deste post em: Mestre Chico – Capoeira com alegria e bem-querer (clique aqui)


Veja mais informações sobre Mestre Chico em:

Mugozap Capoeira Sinhá (Site)

Mestre Chico Capoeira Mugozap – Orkut (veja as fotos dos diversos trabalhos)

Mestre Chico – Um pouco de sua história contada por ele

Mestre Chico: capoeira ajuda jovens com deficiência (Portal Capoeira)

Capoeira ajuda jovens com deficiência (Comunidade News)

Mugozap Capoeira Sinhá (Youtube)


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Jacarepaguá - Baixada de Jacarepaguá

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Mestre Chico
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Mestre Chico - Capoeira com alegria e bem-querer

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Baixada de Jacarepaguá - Gente comum, gente que faz acontecer

"Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso." (atrib. a Platão)

Mestre Chico City (Robson Alves Coutinho), mestre de capoeira com uma visão muito humana a respeito da vida e das relações nela estabelecidas, consegue ser uníssono na vida pessoal e profissional. É a mesma pessoa, tanto numa como noutra. A alegria é uma de suas características – aliás, o seu apelido na capoeira foi dado por um mestre em função de sua alegria constante -, assim como o bem-querer que tem por todos. Tais aspectos são marcantes em seu trabalho e quem o conhece sabe muito bem disso.

Conheça um pouco mais de detalhes sobre as ações desse querido mestre de capoeira em: Mestre Chico – A capoeira e os caminhos (certos) a seguir (clique aqui)

"Grandes oportunidades para ajudar aos outros raramente aparecem, mas pequenas delas nos cercam todos os dias." (atrib. a Sally Koch)


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Mestre Chico
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terça-feira, 12 de abril de 2011

Romildes de Meirelles - Um poeta sonetista nos ares de Jacarepaguá

Baixada de Jacarepaguá - Gente comum, gente que faz acontecer

"Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso." (atrib. a Platão)

"Quando imerso em nostalgia, / pressinto no olhar o pranto, / eu me amparo na poesia / e em vez de chorar eu canto" (Romildes de Meirelles)

Ao iniciarmos nossa conversa, o escritor Romildes de Meirelles se apresentou em versos:

"Sou Romildes de Meirelles
nascido lá na Bahia.
Moro à Rua Pedro Teles,
um recanto de poesia.

Natural de Salvador,
sou soteropolitano.
Sou poeta e prosador
como todo bom baiano."


A poesia é vida para Meirelles e ele a vivencia intensamente. Há muito suas ações visam divulgar essa arte de forma que sua expansão não tenha limites.

Era aluno do professor Roberto Correa, professor de Língua Portuguesa, conhecido como o Príncipe dos Poetas da Bahia, quando escreveu o seu primeiro soneto. Isso aconteceu em meados da década de 30. Aliás, Meirelles declara seu carinho especial pelos sonetos.

Este poeta soteropolitano chegou ao Rio de Janeiro em 29 de junho de 1943 e foi morar na Tijuca. No ano de 1980, passou a morar na Baixada de Jacarepaguá, no bairro Praça Seca, onde reside até hoje.

Gilberto Baraúna, seu parceiro em alguns sonetos, estimulou Meirelles a mostrar sua poesia ao público e isso ocorreu entre os anos de 1970-1980.

O que nunca faltou foi atividade na vida de Meirelles que é poeta, sonetista, prosador, trovador, declamador de versos, editor de livros dentre outras coisas.

POVEB (Poesia, você está na Barra): participa dos encontros de poesia realizados pelo POVEB.

POLEM (Poesia no Leme): participa dos encontros de poesia realizados pelo POLEM.

Encontro de Poesia - Casa do Poeta do Rio de Janeiro: participa dos encontros de poesia realizados pela Casa do Poeta do Rio de Janeiro, todo último sábado de cada mês.

Casa do Poeta do Rio de Janeiro: Meirelles é um dos fundadores da Casa do Poeta do Rio de Janeiro.

Centro Cultural Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá: Meirelles é um dos responsáveis pela criação do Centro Cultural Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá. O centro cultural localiza-se no bairro Praça Seca.

Ciranda de Poesia: Participou, ativamente, de 1980 até 2007, da Ciranda de Poesia cujos encontros eram realizados na Biblioteca Popular Municipal Cecília Meireles - Jacarepaguá, conhecida popularmente como Biblioteca de Jacarepaguá.

Projeto Um passo à frente : Durante os anos de 1994 e 1995 participou do projeto Um passo à frente que levava a poesia aos presídios do Rio de Janeiro com o intuito de colaborar na ressocialização dos apenados.

Poesia nas Escolas: Participou do projeto Poesia nas Escolas.

Poesia nas Praças: Participou do projeto Poesia nas Praças, que contou com o apoio da Secretária Municipal de Cultura da cidade do Rio de Janeiro.

Programas de rádio: Na rádio MEC criou o programa Poesia no Ar e participou dele durante 2 anos. Na rádio Imprensa tinha os programas Sábado Poético e Domingo Poético.

Conversar com Meirelles - pessoa de inteligência e de humor refinados – é sempre muito agradável. Ler as suas poesias é uma das formas para conhecer um pouco mais desse poeta que tem contribuído para que muitos conheçam a bela arte das poesia.


Algumas poesias de Romildes de Meirelles publicadas em Fatos e Ângulos:

Eu sou Árvore

Ser Cego


Romildes de Meirelles é uma pessoa comum, com hábitos comuns, mas cujas ações visam, não somente o próprio bem, mas o bem comum. Meirelles é gente que faz acontecer em Jacarepaguá.

"Considerando o Efeito Borboleta, pode-se dizer que o que se faz em um lugar, tem influência em ocorrências em outros lugares."

Pense nisso!


Conheça a introdução deste post em: Romildes de Meirelles e a arte dos versos (clique aqui)


Veja o que foi publicado em Fatos e Ângulos sobre:

Baixada de Jacarepaguá - Gente que faz acontecer (clique nesse link para compreender a essência desta série de posts)

Jacarepaguá - Baixada de Jacarepaguá

Baixada de Jacarepaguá - Gente que faz acontecer (série de posts)

Romildes de Meirelles


Veja mais informações em:

Casa do Poeta do Rio de Janeiro (perfil no Orkut)

Biblioteca Popular Municipal Cecília Meireles - Jacarepaguá

Centro Cultural Municipal Professora Dyla Sylvia de Sá

POLEM – Poesia no Leme
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Romildes de Meirelles e a arte dos versos

Introdução ao post Um poeta sonetista nos ares de Jacarepaguá

Baixada de Jacarepaguá - Gente comum, gente que faz acontecer

"Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso." (atrib. a Platão)

Com passos firmes e movido por coração e sentimentos, o poeta Romildes de Meirelles realiza um trabalho que há muito tempo contribui para que a arte da poesia consiga encantar a muitos corações.

Meirelles tem utilizado diversos meios para que essa bela arte seja difundida na sociedade: encontros de poesia, programas de rádio, edição de livros e projetos que levam a poesia às escolas e às praças, dentre outros.

Quem o conhece sabe que para ele, poesia e vida são uma coisa só.


Conheça um pouco mais de detalhes sobre as ações desse cativante poeta em: Romildes de Meirelles - Um poeta sonetista nos ares de Jacarepaguá (clique aqui).

"Grandes oportunidades para ajudar aos outros raramente aparecem, mas pequenas delas nos cercam todos os dias." (atrib. a Sally Koch)


Veja o que foi publicado em Fatos e Ângulos sobre:

Baixada de Jacarepaguá - Gente que faz acontecer (clique nesse link para compreender a essência desta série de posts)

Jacarepaguá - Baixada de Jacarepaguá

Baixada de Jacarepaguá - Gente que faz acontecer (série de posts)

Romildes de Meirelles
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domingo, 13 de fevereiro de 2011

Desenhando os mapas da cultura de Jacarepaguá

Baixada de Jacarepaguá - Gente comum, gente que faz acontecer

"Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso." (atrib. a Platão)

Valdeir da Costa Lobo, geógrafo, professor, nascido em Jacarepaguá, vem "desenhando" os mapas da cultura de Jacarepaguá através de seus estudos, inclusive os de campo, e de suas ações efetivas nas áreas social, geo-histórica e de educação. Suas pesquisas tiveram início a partir do momento em que passou a receber uma bolsa do Programa Especial de Treinamento (PET), quando fazia graduação em Geografia pela PUC-RJ em 1999.


Atualmente, suas atividades são:

- É coautor, junto com a geógrafa Luciana Araújo Gomes da Silva, do livro Desvendando Barra da Tijuca e Jacarepaguá, cuja primeira edição está esgotada.

- Também, em coautoria com Luciana Araújo Gomes da Silva, é responsável pelos textos do blog Barra da Tijuca e Jacarepaguá.

- Lecionar nas redes públicas (municipal e estadual) e particular da cidade do Rio de Janeiro.

- Colunista do Jornal Abaixo-Assinado de Jacarepaguá. Escreve para a coluna Yakaré Upa Guá.

- Idealizador e organizador da Caminhada Eco-Histórica no Parque Estadual da Pedra Branca (Camorim - Baixada de Jacarepaguá) que é realizada semestralmente.

- Membro do Instituto Histórico da Baixada de Jacarepaguá (IHJA).

- É um dos organizadores da Semana Alternativa de Jacarepaguá. Este evento tem como objetivo apresentar os problemas da região e encontrar soluções.


Valdeir da Costa Lobo é uma pessoa comum, com hábitos comuns, mas cujas ações visam, não somente o próprio bem, mas o bem comum. Valdeir, é gente que faz acontecer em Jacarepaguá.

"Considerando o Efeito Borboleta, pode-se dizer que o que se faz em um lugar, tem influência em ocorrências em outros lugares."

Pense nisso!


Conheça a introdução deste post em: Conhecimento que liberta e gera desenvolvimento sustentável (clique aqui)


Veja mais informações sobre Valdeir da Costa Lobo em:

Barra da Tijuca e Jacarepaguá (Blog)

Jornal Abaixo-Assinado de Jacarepaguá

Instituto Histórico da Baixada de Jacarepaguá (IHJA)

Artigo: Reciclar - Uma mudança de comportamento necessária ao mundo ocidental

Jornal Abaixo-Assinado promove a IV Semana Alternativa de Jacarepaguá (2010)

6ª Caminhada Eco-Histórica (2009)

Bienal do Livro (2009) - Desvendando a Barra da Tijuca e Jacarepaguá


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Jacarepaguá - Baixada de Jacarepaguá

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Valdeir da Costa Lobo
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Conhecimento que liberta e gera desenvolvimento sustentável

Introdução ao post  Desenhando os mapas da cultura de Jacarepaguá

Baixada de Jacarepaguá - Gente comum, gente que faz acontecer

"Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso." (atrib. a Platão)

Valdeir da Costa Lobo tem contribuído para divulgar a história e o conhecimento dos aspectos geográficos da Baixada de Jacarepaguá, além de contribuir para o desenvolvimento de consciências, críticas e construtivas, que possam solucionar os problemas sociais da região.

É uma fonte de esperança ver jovens, como o Prof. Valdeir, que colocam-se à disposição de dialogar e agir para o desenvolvimento do bem comum.

Conheça um pouco mais de detalhes sobre as ações desse jovem professor e geógrafo em: Desenhando os mapas da cultura de Jacarepaguá (clique aqui).

"Grandes oportunidades para ajudar aos outros raramente aparecem, mas pequenas delas nos cercam todos os dias." (atrib. a Sally Koch)


Veja o que já publicado em Fatos e Ângulos sobre:

Baixada de Jacarepaguá - Gente que faz acontecer (clique nesse link para compreender a essência desta série de posts)

Jacarepaguá - Baixada de Jacarepaguá

Baixada de Jacarepaguá - Gente que faz acontecer (série de posts)

Valdeir da Costa Lobo
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sábado, 27 de novembro de 2010

Baixada de Jacarepaguá - Gente que faz acontecer

Todos nós podemos contribuir para o desenvolvimento da sociedade em que vivemos. Mesmos os atos que aparentam simplicidade, são necessários para que haja o desenvolvimento desejado. E na série de posts sobre a Baixada de Jacarepaguá, serão apresentadas pessoas que "fazem acontecer", ou seja, que contribuem para o desenvolvimento da região. É claro que nenhuma pessoa está isolada das demais, nenhum ato realizado por alguém está isolado dos atos das demais pessoas. E, sabendo disso, quando as pessoas que "fazem acontecer" forem apresentadas nessa série de posts, elas estarão representando tantas outras que, também, dão a sua contribuição.

É importante ressaltar que as citações feitas sobre as pessoas nesses posts, não têm o objetivo de dar destaque especial às questões individuais, mas sim, mostrar exemplos a serem observados e que estes possam estimular e inspirar novas atitudes, colaborativas e inovadoras, na sociedade em que vivemos.


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Jacarepaguá - Baixada de Jacarepaguá

Baixada de Jacarepaguá - Gente que faz acontecer
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