domingo, 20 de janeiro de 2013

Colaboração Responsável – Ideias para reflexões – 01

Atender a todas as necessidades de forma indiscriminada não é o melhor caminho para colaborar. Normalmente faz com que o atendido se acomode com a fonte inesgotável e assim ele entende que não é necessário nenhum esforço da parte dele para que tenha aquilo que deseja. Saber colaborar de forma responsável não é fácil. Para isso são necessários conhecimentos desenvolvidos com as experiências na vida e que muitas vezes foram conseguidos de forma dolorosa, não que esta seja a única forma de desenvolver tais conhecimentos, claro que existem outras, mas com certeza todas exigem esforço.

Para reflexões, veja algumas ideias:

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Fazer por outrem o que ele tem que fazer e está em condição de fazer não é solidariedade, isto tem outros nomes.

"Se deres um peixe a um homem, ele alimentar-se-á uma vez; se o ensinares a pescar, alimentar-se-á durante toda a vida." (atrib. a Kuan-Tsu)

"Não se possui realmente o que apenas se herdou, e não conquistou com esforço próprio." (Huberto Rohden)

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Colaborar (co: junto, laborar: trabalhar) é trabalhar em conjunto, não é trabalhar só:

"De nada vale tentar ajudar aqueles que não se ajudam a si mesmos." (atrib. a Confúcio)

"Ajuda-te a ti mesmo: assim todos te ajudarão. Princípio do amor ao próximo." (atrib. a Nietzsche)

"Dá-me um ponto de apoio que levantarei o mundo." (atrib. a Arquimedes)

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Indicação de um passo fundamental: Quando alguém se encontra envolvido por problemas aparentemente insolúveis, uma atitude urgente a ser tomada por ele é rever os próprios conceitos. Afinal, se tais conceitos estivessem corretos ele não estaria na situação em que se encontra.

"É urgente eliminarmos da mente humana a ingênua suposição de que seja possível sairmos da grave crise em que estamos mergulhados, usando o mesmo pensamento que a produziu." (atrib. a Albert Einstein)

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Remédios amargos:

"Quando aquele que sofre não responde positivamente aos medicamentos mais brandos, a vida trata de administrar os medicamentos mais incômodos." (Nelson MS)

"É parte da cura o desejo de ser curado" (atrib. a Sêneca)

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É claro que insistir em ajudar a quem necessita é uma atitude nobre, mas se aquele que necessita de ajuda não se sensibilizar e assim não fizer a parte dele, restarão apenas atitudes bruscas para poder ajudá-lo e os efeitos colaterais, nestes casos, são de difícil assimilação:

"O músico pode cantar ritmos que preenchem o espaço, mas não pode oferecer o ouvido que o capta, nem a voz que repete." (Khalil Gibran)

"...A vida não dá nem empresta; não se comove nem se apieda. Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos." (atrib. a Albert Einstein)

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Neste caso fornecer moedas não ajuda. O que ajuda é eliminar os buracos do bolso.

"Não é benéfico ajudar um amigo colocando moedas em seus bolsos quando existem buracos neles." (atrib. a Douglas Hurd)

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Saber ajudar e saber ser ajudado:

"Colaborar com alguém que necessita é algo feito em parceria como diz o próprio nome (co-laborar). Pode-se fazer uma comparação com um barco a remo e dois remadores. Se um não fizer a parte que lhe cabe, o serviço do outro será dobrado." (Nelson MS)

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Veja o que foi publicado em Fatos e Ângulos sobre:

Ideias para Reflexões

Sociologia
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Estranhas invenções humanas – Ideias para reflexões – 01

Quem inventa é inventor. E como o ser humano, inventor por natureza, não é onisciente, ele é passível de cometer erros e seus erros comprometem a qualidade de vida. Descuidos, afobamento, sentimentos pouco nobres estão entre os motivos dessas estranhas invenções.

A seguir algumas ideias para reflexões sobre falta de educação, a droga do crack e o absurdo do cerol:

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"Prevenir é melhor que remediar." (dito popular)

Nos casos abaixo, o prejuízo social é infinitamente maior que o econômico. O sofrimento causado aos envolvidos, direta e indiretamente, não tem dinheiro que pague.

"Eduquem as crianças e não será necessário castigar os homens." (atrib. a Pitágoras)

Carro da PM que escoltava presos sofre acidente na Marginal Pinheiros (G1 – 12/01/2013)

Número de presos explode no Brasil e gera superlotação de presídios (BBC Brasil - 28/12/2012)

CPI do Cachoeira custou R$ 167 mil aos cofres do Congresso (G1 – 12/01/2013)

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"Fica mais fácil desatar um nó quando se sabe como ele é feito." (Nelson MS. Adaptação de uma frase atrib. a Aristóteles)

Aí vai uma paródia: como foi, porque foi que isso foi ficando assim?

Artigo - o crack que ninguém queria ver (JB - 17/03/2012)

Crack, é possível vencer - Supera (Canal Portal Brasil no Youtube - 11/12/2012)

Crack - Diversos vídeos (Canal Portal Brasil no Youtube)

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Cerol, nem de brincadeira.

"A consciência é o melhor Livro de moral e aquele que menos se consulta." (atrib. a Pascal)

Uma lei surte mais efeito quando ela está na consciência:

Motociclista fica ferido após ser atingido por linha com cerol em MG (G1 - 21/08/2012)

Cerol: implicações administrativas e penais (Jus Navigandi - set/2009)

Cerol Não! – Campanha Nacional

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sábado, 19 de janeiro de 2013

Matemática não é bicho-papão

"O medo perturba os sentidos e faz com que as coisas não pareçam o que são." (atrib. a Miguel de Cervantes em 'Dom Quixote de la Mancha')

Existem coisas que parecem ser complicadas, mas não são. Tudo não passa de impressões equivocadas.

Veja a operação matemática a seguir:


Há quem diga que não sabe como resolvê-la. Mas sabe!

Se ela te assusta, não te assustes não; é simples.

Provavelmente muitos sabem a resposta, embora pensem que não. Para sair deste impasse use a barra de rolagem para ver a resposta.


E então: sabia a resposta, ou não? Acho pouco provável que a maioria não saiba resolver esta operação.

Muitos são os motivos que levam as pessoas a declarar que não gostam de matemática e que ela é uma ciência para uns poucos compreenderem. Um destes motivos é o medo, já estabelecido como senso comum, originado de ideias preconcebidas com frágil, ou nenhum, embasamento. Ideias que podem ser desfeitas com reflexões mais cuidadosas sobre esta situação e sobre coisas correlatas.

O caso acima é só uma adição semelhante a:

3 bananas + 2 bananas = 5 bananas

Como a parte irracional é de leitura trabalhosa (raiz de índice 45 na qual o produto de a à 21ª potência e b à 17ª potência é dividido por c à 19ª potência), para simplificar, pode-se utilizar o artifício de chamar a parte irracional de "alguma coisa". Então:

3 "alguma coisa" + 2 "alguma coisa" = 5 "alguma coisa"

Portanto, é suficiente conhecer as noções de adição e saber que nelas, adições típicas as dos exemplos (banana com banana, maçã com maçã, raiz...) não têm complicação; é simples assim!

"Conhecimento é antídoto contra o medo." (atrib. a Ralph Waldo Emerson)

Pense nisso!


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Matemática

Aprendizagem
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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Qualidade de Vida - "Manual" do Investidor – Vol. 01

Viver é realizar constantes investimentos para alcançar a qualidade de vida almejada. Os investimentos de ordem humana são essenciais, mas têm sido esquecidos por grande parte dos "investidores". Investir em si mesmo para desenvolver as próprias aptidões humanas é uma necessidade inadiável quando se quer usufruir de satisfatória qualidade de vida.
Com a intenção de facilitar o entendimento do objetivo da linguagem utilizada neste post, é apresentado este fragmento de texto. Ele foi retirado de um parágrafo escrito por Pietro Ubaldi.

"Em outro lugar e de outra forma, falei especialmente ao coração, usando linguagem simples, [...] Aqui falo à inteligência, à razão cética, à ciência, [...] A palavra doce que atrai e arrasta, porque comove, foi dita. Indico-vos agora a mesma meta, mas por outros caminhos, feitos de ousadias e potência de pensamento,..." (Pietro Ubaldi)



Um dos erros comuns de investidores é aplicar em produtos que dão baixo rendimento quando se busca melhor qualidade de vida. Normalmente estes erros são devidos a momentos de ilusão e, assim, os investidores acabam levando "gato por lebre".

Invista no que, verdadeiramente, traz felicidade e não em produtos cujos lucros são capazes de fornecer apenas momentos prazerosos acompanhados de incômodos efeitos colaterais.

Viver é também...

Para reflexões, eis algumas ideias: "manual" do investidor, vol. 01.

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Este é um investimento com bom retorno:

"O bem que fizemos na véspera é o que nos traz a felicidade pela manhã." (atrib. a Provérbio hindu)

"Procurando o bem para os nossos semelhantes encontramos o nosso." (atrib. a Platão)

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Pelo jeito é melhor investir em familiarização:

"O concreto é a parcela do abstrato que o uso tornou familiar." (atrib. a Paul Langevin)

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Investimento com risco zero:

"Nenhum gesto de gentileza, por menor que seja, é perdido." (atrib. a Esopo)

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Isso se chama reciprocidade de investimentos:

"Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós." (Antoine de Saint-Exupéry)

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O mais seguro fluxo de capital:

"Deixai que todas as coisas sigam o seu curso normal. O que se opõe ao Tao não tarda a perecer." – (Lao Tse, in Tao Te Ching)

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Este contrato é unilateral. Assim fica difícil:

"Você quer impor o seu monólogo ao nosso diálogo?" (Nelson MS)

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Este fundo está perdido:

"Agir no efeito e não agir na causa é o mesmo que doar sangue para quem está com hemorragia." (Nelson MS)

"Não é benéfico ajudar um amigo colocando moedas em seus bolsos quando existem buracos neles." (atrib. a Douglas Hurd)

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Oportunidades de investimento não devem ser perdidas:

"Grandes oportunidades para ajudar aos outros raramente aparecem, mas pequenas delas nos cercam todos os dias." (atrib. a Sally Koch)

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Isto é que é sociedade anônima (S/A):

"Todas as conquistas devem levar ao bem comum." (atrib. Nelson Mandela)

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Este é um bom investimento na área artística:

"A sabedoria é uma poesia que canta na mente." (Khalil Gibran)

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Para um leigo, todo investimento seguro passa por ouvir especialistas:

"Dai-me um ouvido e eu vos darei uma voz." (Khalil Gibran)

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Investir em educação sai mais em conta:

"Se você acha que a educação é cara, tenha a coragem de experimentar a ignorância." (Derek Bok)

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Qualidade de Vida – Manual do Investidor

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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A velha contrabandista, a do Stanislaw, e os olhos de ver

Existem atividades que facilitam "enxergar" o que muitos olham, mas nem todos "enxergam". Uma delas é a leitura de textos como este de Stanislaw Ponte Preta (pseudônimo de Sérgio Porto).

"Todos comem e bebem; porém, saber distinguir os sabores é essencial." (adapt. de uma frase atrib. a Confúcio)



A Velha Contrabandista
(Stanislaw Ponte Preta)

Diz que era uma velhinha que sabia andar de lambreta. Todo dia ela passava pela fronteira montada na lambreta, com um bruto saco atrás da lambreta. O pessoal da Alfândega - tudo malandro velho - começou a desconfiar da velhinha.

Um dia, quando ela vinha na lambreta com o saco atrás, o fiscal da Alfândega mandou ela parar. A velhinha parou e então o fiscal perguntou assim pra ela:

- Escuta aqui, vovozinha, a senhora passa por aqui todo dia, com esse saco aí atrás. Que diabo a senhora leva nesse saco?

A velhinha sorriu com os poucos dentes que lhe restavam e mais outros, que ela adquirira no odontólogo, e respondeu:

- É areia!

Aí quem sorriu foi o fiscal. Achou que não era areia nenhuma e mandou a velhinha saltar da lambreta para examinar o saco. A velhinha saltou, o fiscal esvaziou o saco e dentro só tinha areia. Muito encabulado, ordenou à velhinha que fosse em frente. Ela montou na lambreta e foi embora, com o saco de areia atrás.

Mas o fiscal desconfiado ainda. Talvez a velhinha passasse um dia com areia e no outro com muamba, dentro daquele maldito saco. No dia seguinte, quando ela passou na lambreta com o saco atrás, o fiscal mandou parar outra vez. Perguntou o que é que ela levava no saco e ela respondeu que era areia, uai! O fiscal examinou e era mesmo. Durante um mês seguido o fiscal interceptou a velhinha e, todas as vezes, o que ela levava no saco era areia.

Diz que foi aí que o fiscal se chateou:

- Olha, vovozinha, eu sou fiscal de alfândega com 40 anos de serviço. Manjo essa coisa de contrabando pra burro. Ninguém me tira da cabeça que a senhora é contrabandista.

- Mas no saco só tem areia! - insistiu a velhinha. E já ia tocar a lambreta, quando o fiscal propôs:

- Eu prometo à senhora que deixo a senhora passar. Não dou parte, não apreendo, não conto nada a ninguém, mas a senhora vai me dizer: qual é o contrabando que a senhora está passando por aqui todos os dias?

- O senhor promete que não "espáia"? - quis saber a velhinha.

- Juro - respondeu o fiscal.

- É lambreta.

Neste texto, a atitude da velhinha mostra um típico mecanismo de tirar o foco, propositalmente, do que realmente interessa para que este possa passar sem ser percebido e, assim, esta manobra ter êxito.

Infelizmente este mecanismo é utilizado com frequência na sociedade humana – e não é de hoje - com o objetivo de enganar (ludibriar). É a situação do "parece, mas não é". Um emprego disto é o fornecimento de informações que se não forem analisadas com o devido "olhar", o leitor corre o risco de aceitar "gato por lebre".

É só observar com "olhos de ver", que não será difícil identificar este mecanismo em diversas ações em nossa sociedade.

"Pergunte sempre a cada ideia: a quem serves?" (atrib. a Bertolt Brecht)

Pense nisso!


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Crônicas

Educação Política

Olhos de Ver

Influência Sutil
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

E assim foi e é bom que deixe de ser

É uma atitude muito cômoda e estranha, quando é dito que a ordem deve ser ajustada "naturalmente" pelo "livre mercado", pela relação "oferta e demanda". Isto seria justo se no início houvesse equidade e se os processos sociais fossem humanos e associados a direitos e deveres de cada indivíduo. Esta equidade não houve.

Não há equidade de oportunidade. O ser humano não soube lidar – e ainda não sabe -, de forma humana, com as diferenças. A história mostra como as diferenças de oportunidades e de direitos tiveram início. Sem riqueza de detalhes, pode-se dizer que pela força física o indivíduo mais forte se impunha ao mais fraco. Os mais fortes formaram grupos (exércitos, gangues, instituições,...) comandados por eles que dominaram indivíduos e grupos mais fracos. Depois que a violência grotesca "saiu de moda" (ela não deixou de existir), outros tipos de violência foram criados com características mais sutis, porém tão lesivos quanto os anteriormente citados, pois possuem poder para subjugar grupos e indivíduos. E assim foi e assim continua a ser.

Hoje nos diversos âmbitos sociais (família, escola, vizinhança, emprego,...) ainda vemos os mesmos contextos com atitudes primitivas que geraram tais discrepâncias.

As mudanças positivas aconteceram e continuam a acontecer. Porém, os inovadores das formas de poder continuam a agir para manter o poder que lhes resta. Eles cedem, afinal não têm como não ceder – é a velha história: "vão os anéis, mas ficam os dedos" – e assim continua.

Hoje, com mais facilidade para que o indivíduo tome consciência da essência dos fatos e com a adequação constante de leis – ainda a velha história: "vão os anéis, mas ficam os dedos" - é necessário que cada indivíduo saiba quais são seus deveres com ele e com a sociedade e aja conforme esta demanda.

"O hábito de achar sempre uma única razão para tudo empobrece o futebol." (Tostão)
(pode ser dito que empobrece tudo)

Não é possível repetir e dar continuidade à acomodação dos (alguns) menos poderosos, fato que também fez e ainda faz parte desta história. É preciso, também, enxergar os deveres e não só os direitos.

E assim foi e é bom que deixe de ser.

"Um dos motivos para não 'enxergar' é não querer, verdadeiramente, 'enxergar'." (Nelson MS)

Pense nisso!


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Sobre ganhar e não haver vencidos

O caminho é outro. O caminho é mais humano.
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