sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Ponto de Apoio

Escalar uma montanha é possível devido à solidez dela. As partes mais vulneráveis que se desprendem com facilidade e as partes radicalmente mais íngremes são caminhos mais arriscados e mais incertos.

Por analogia, é possível explicar como as teses são defendidas e porque há quem utilize aforismos. A explicação é óbvia: as referências de trabalhos citadas nas teses e o uso de aforismos que ocorrem no cotidiano são apoios que visam facilitar a escalada. É uma questão de sustentabilidade do que se busca apresentar.

"Dá-me um ponto de apoio que levantarei o mundo." (atrib. a Arquimedes)

"Se fui capaz de ver mais longe, é porque me apoiei nos ombros de gigantes." (atrib. a Isaac Newton)

E o que falar da inovação e da extrema originalidade? Para dar um ar profundamente poético pode ser dito que é como se escalássemos nuvens, algo mais transcendente, uma aventura fascinante. Porém, em linhas gerais, o que ocorre é que nós aprendemos por comparação. Por menos densa que seja para nós a informação é nela que nos apoiamos durante a escalada.

"Pensar equivale a abandonar um marco de segurança e vê-se lançado numa corrente de possibilidades." (atrib. a Pichon-Rivière)

Com mais riscos ou com menos riscos são os apoios que, com menor ou com maior densidade, nos possibilitam a escalada.


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Esporte de Fato – Ideias para reflexões 01

O judô como esporte se caracteriza por valorizar a inteligência, a estratégia, a tática, a técnica e por possuir uma ética que respeita os valores humanos e a integridade física do judoca. É um esporte que cativa por tudo isso. Porém, se as mudanças das regras não tiverem uma ética que corresponda à do tatame, este esporte poderá se assemelhar a uma "máquina de fazer dinheiro". Vale lembrar uma frase atribuída a Bertolt Brecht: "Pergunte sempre a cada ideia: a quem serves?"

"Dono de duas medalhas olímpicas (bronze em 2004 e 2008), o meio-médio Leandro Guilheiro frisa que a Federação Internacional está descaracterizando o esporte." (O Dia Online - Mudanças no judô geram polêmicas - 07/02/2013)

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Sepak Takraw: Nunca se viu tanta pernada numa partida. Brincadeira à parte, este é um esporte que vale conhecer pelo dinamismo e pela estética de seus lances.

"O esporte nasceu há mais de 500 anos na Malásia e era jogado em círculo. A forma de competição é recente. Apesar de os brasileiros acharem parecido com o futevôlei, o Sepak Takraw tem mais semelhanças com o badminton...O esporte é uma mistura de futebol com lances e golpes de artes marciais e surgiu na cidade de Mélaca, na Malásia, colonizada pelos portugueses há mais de 500 anos." (Fox Sports - Especialista explica como se joga Sepak Takraw - 07/02/2013)

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Existe uma brincadeira antiga conhecida como "verdade ou mentira?". Se nós brasileiros jogássemos melhor este jogo, muitas mentiras "não dariam mais o ar da graça".

"Não tenho dúvidas de que os estádios estarão prontos e lindos, que temos condições de fazer uma Copa tão ou mais organizada que a da África do Sul, que o torcedor vai curtir uma grande festa, ainda mais se o Brasil avançar na competição e for campeão, mas não podemos fechar os olhos a tantos absurdos, a tanto gasto desnecessário e excessivo e a duas grandes mentiras, a de que não haveria dinheiro público e a de que a Copa deixará um grande legado social e urbano à população." (Tostão - Folha online - Duas grandes mentiras - 30/01/2013)

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Atualmente o jogador de futebol não joga mais com a espontaneidade que havia. As preocupações e os objetivos são outros, diferentes de outrora. Talvez até no futebol de várzea esta seja uma realidade. Se assim for, o futebol será cada vez mais maquinal.

"...O dilema é relativamente simples de notar e difícil de corrigir. O Brasil tem talentos de 21, 22 anos ou de 30, 32... Os garotos não têm experiência para os jogos grandes, os veteranos não têm o futebol do passado. Ou ao menos não mostraram em Londres..." (Paulo Vinícius Coelho - ESPN - Veteranos não mostram futebol, jovens não têm experiência. Esse é o dilema da seleção brasileira - 06/02/2013)

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Neymar é muito bom de bola. Ele é capaz de realizar jogadas espetaculares contra defesas de times brasileiros e contra defesas de times estrangeiros. Porém, devido ao progresso tático de times europeus, contra estes as dificuldades são maiores e, como consequência, a quantidades destas jogadas diminui. Claro que existem outros motivos para que isto ocorra, mas este não deve ser levado em conta.

"...A explicação do treinador demitido pela CBF para a mudança à época era simples: 'Neymar recebe na intermediária e o lateral adversário encosta. Quando domina, o meia recua para auxiliar, o volante marca a linha de passe e o zagueiro faz a cobertura. Cercado por quatro em espaço tão reduzido, a Joia santista não consegue driblar em velocidade e partir em diagonal.'

Sem o costume de enfrentar esta dificuldade no Brasil, o nível de excelência cai e Neymar se torna mais comum..." (André Rocha, Olho Tático, ESPN - Cinco pontos sobre a reestreia de Felipão em Wembley - 07/02/2013)

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Esporte de Fato - Ideias para Reflexões

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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

São muitos os motivos

"Pensa, pensa, pensa...". Esta é uma fala de Jimmy Neutron, personagem de um desenho animado de mesmo nome. E por falar em pensar, mostra-se ser um equívoco pensar que um único motivo é responsável por um acontecimento. O que dizer de tudo que aconteceu que precedeu a última atitude considerada como motivo? Despreza-se tudo que aconteceu anteriormente? Não, a última atitude é apenas a "gota d’água". É um motivo que, junto a tantos outros, causa o "transbordamento".

"O hábito de achar sempre uma única razão para tudo empobrece o futebol." (Tostão)

"...E qualquer desatenção, faça não / Pode ser a gota d'água..." (música: Gota d'água. De Chico Buarque)

Numa observação desatenta, sem muita profundidade, a "gota d’água" passa a ser a única evidência que motiva uma ação. Porém, ela, junta a outras, apenas promove a exposição de sentimentos guardados que, assim que transbordam, geram emoção. A tal "gota d’água" poderia ser qualquer uma das tantas que vieram anteriormente se a ordem delas fosse mudada. O "transbordamento" não é tão dependente da gota individual ou da sequência das gotas, é mais dependente do "volume ocupado" pelo conjunto delas, é mais dependente da "soma" de todas elas.

A falta deste entendimento faz com que sejam produzidas frases como esta: "mas toda essa confusão é só por isso"? É...,este é um caso o qual aquele que fala só enxerga a "gota d’água" e não enxerga o conjunto delas.

Para tudo na vida, são muitos, são muitos os motivos.


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São muitos os caminhos, são muitos

Viver é um ato continuo de optar por caminhos a seguir. E para dar continuidade a caminhada nesta série de posts, mais aforismos e mais imagens que mostram a diversidade de caminhos. É bom lembrar que na vida definição dos caminhos é nossa e que as consequências também nos pertencem.

Na vida os caminhos são muitos; são muitos os caminhos.

"Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo." (atrib. a Confúcio)

"Todos os sentimentos podem nos lapidar, tornando-nos melhores do que éramos." (NelsonMS)

"Se deres um peixe a um homem, ele alimentar-se-á uma vez; se o ensinares a pescar, alimentar-se-á durante toda a vida." (atrib. a Kuan-Tsu)

"Quando não está em nosso poder seguir o que é verdadeiro, deveríamos seguir o que é mais provável". (atrib. a René Descartes)

"As sociedades precisam de tradição e inovação..." (atrib. a E.F. Schumacher por Fritjof Capra)


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Um olhar especial para as resistências

As resistências que encontramos para alcançar nossos objetivos nos dão ótimas oportunidades para aprendermos. Se as encontramos em excesso, é sinal que necessitamos rever nossos conceitos. Enxergar as resistências como sendo oportunidades para aprendermos nos permite caminhar de forma bem mais agradável.

"Se não fossem as resistências, como saber que existem outros caminhos?" (Nelson MS)

"Se não fossem as resistências, como saber que estava errado?" (Nelson MS)

Reclamar das resistências se compara a uma atitude pouco madura de quem não está disposto a encontrar soluções que exijam mais esforço, inclusive o de transformar-se para estar em condição de solucionar os problemas. Afinal, aprender é transformar-se. Não há como aprender e continuar a ser a mesma pessoa, pois com a aprendizagem nossos valores se desenvolvem com os conhecimentos que construímos e com as experiências que adquirimos. Passamos a lidar com mais ferramentas e desenvolver as antigas. Assim, evitamos alguns problemas e superamos outros.

Avalie seus objetivos para certificar-se de que eles são plausíveis. Se eles o forem e, mesmo assim, as resistências forem muitas e fortes, é porque é necessário encontrar outros caminhos e outras ferramentas.


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São muitos os caminhos

São muitos os caminhos. O que diferencia uns dos outros são os valores que os caracterizam e, por isso, alguns caminhos são menos tortuosos que outros.

Na vida, como nos jogos, nossas atitudes têm como conseqüência bônus e ônus. A definição do caminho é uma opção nossa. Logo, as consequências também são nossas. Aliás, como a arte, os jogos, de uma forma ou de outra, também imitam a vida.

Na vida os caminhos são muitos; são muitos os caminhos.

"Em outro lugar e de outra forma, falei especialmente ao coração, usando linguagem simples, [...] Aqui falo à inteligência, à razão cética, à ciência, [...] A palavra doce que atrai e arrasta, porque comove, foi dita. Indico-vos agora a mesma meta, mas por outros caminhos, feitos de ousadias e potência de pensamento,..." (Pietro Ubaldi)

"Um quadro é um poema sem palavras." (atrib. a Horácio)

"O método das reformas graduais tem muitos méritos se comparado ao método da revolução." (Bertrand Russell)

"Não gaste energias para destruir o mal, mas sim para construir o bem." (atrib. a Dario Lostado)

"Indiferença para continuar como está. Empatia para compreender, agir e mudar esta realidade." (Nelson MS)


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